Lateral campeão mundial em 2002 fala sobre Diego Costa, protestos no Brasil e sobre quem teria convocado para a Seleção Brasileira
Campeão mundial em 2002, o ex-lateral esquerdo Roberto Carlos escreveu o seu nome na história do futebol brasileiro. Em número de partidas vestindo a camisa da Seleção Brasileira, o atual técnico do Sivasspor só fica atrás de Cafu: foram 125 partidas, contra 142 do capitão do pentacampeonato. Sua experiência vem sendo utilizada como referência sobre o assunto Copa do Mundo. A espanhola Radio Nacional ouviu Roberto Carlos sobre sua opinião sobre o mundial no Brasil, e o ex-jogador de Palmeiras, Corinthians, Internazionale e Real Madrid mostrou a mesma opinião forte que nos tempos de atleta.
Por ter jogado no futebol espanhol entre 1996 e 2007, Roberto Carlos foi consultado sobre a situação do atacante hispano-brasileiro Diego Costa, que recebeu muitos elogios do ex-jogador do Real Madrid: "Muita gente nem conhecia o Diego Costa no Brasil por ter jogado fora durante muito tempo. O Brasil precisa de um jogador como ele, mas é na Espanha que ele poderá mostrar mais a sua qualidade", opinou.
"Diego Costa tomou a decisão correta, porque ele sabe que na seleção espanhola terá mais minutos em campo do que teria na brasileira", e completou afirmando que a Espanha "é uma das favoritas".
"O nível de exigência no Brasil é o mais alto. Temos que ganhar a Copa do Mundo, porque para o Brasil, o vice-campeonato é o mesmo que o último lugar", disse Roberto Carlos. O jogador afirmou que seria interessante assistir uma partida contra a Argentina ou Espanha na final da Copa do Mundo.
"Uma final entre Brasil e Argentina seria divertida, mas também seria contra a poderosa Espanha, campeã mundial. Muita gente quer que a final seja contra o Uruguai. Para que? Não acho que o Uruguai seja uma seleção com esse poder"
O trabalho do treinador Luiz Felipe Scolari foi elogiado também. Ex-pupilo de Felipão na seleção de 2002, Roberto Carlos afirmou que só faria uma alteração na Seleção Brasileira: convocaria Filipe Luís, do Atlético de Madrid.
O trabalho do treinador Luiz Felipe Scolari foi elogiado também. Ex-pupilo de Felipão na seleção de 2002, Roberto Carlos afirmou que só faria uma alteração na Seleção Brasileira: convocaria Filipe Luís, do Atlético de Madrid.
"É uma seleção diferente de quando eu jogava. A Seleção Brasileira é jovem e tem ambições. Eu teria levado Filipe Luis. Estava certo de que Felipão convocaria ele, mas a verdade é que Maxwell tem mais experiência. Se Filipe Luis seguir jogando assim, estará e, 2018 com a equipe.
Sobre a onda de greves e protestos que se espalham pelo país, Roberto Carlos minimizou polêmicas e preferiu exaltar, segundo ele, virtudes: "O povo está aproveitando a época da Copa do Mundo para protestar, mas se esquecem, ou não sabem, que o governo brasileiro investiu muitíssimo dinheiro em saúde e educação. São muitos os que querem protestar, mas não sabem que o governo brasileiro está ajudando a melhorar esses dois aspectos tão importantes", concluiu.
Sobre a onda de greves e protestos que se espalham pelo país, Roberto Carlos minimizou polêmicas e preferiu exaltar, segundo ele, virtudes: "O povo está aproveitando a época da Copa do Mundo para protestar, mas se esquecem, ou não sabem, que o governo brasileiro investiu muitíssimo dinheiro em saúde e educação. São muitos os que querem protestar, mas não sabem que o governo brasileiro está ajudando a melhorar esses dois aspectos tão importantes", concluiu.
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