Responsável por coordenar as ações jurídicas da Portuguesa em meio à guerra de liminares que tentam recolocar o time paulista na Série A do Campeonato Brasileiro, Orlando Cordeiro declarou em entrevista ao programa Bate Bola, da ESPN Brasil, que abandonou o cargo nesta sexta-feira.
Marcelo D' Sants

Orlando Cordeiro de Barros, ex-vice jurídico da Portuguesa
A decisão se deu depois de a Lusa ter entrado em campo às 19h30 desta sexta-feira, contra o Joinville, na primeira rodada da Série B, enquanto o dirigente recomendou o contrário.
Isso porque uma liminar movida por ação popular na 3ª Vara Cível da Penha, São Paulo, em 10 de abril recolocou a equipe do Canindé na Série A. A Portugeusa pediu nessa quinta que a CBF reagendasse o confronto, mas não obteve resposta.
O time paulista subiu ao gramado da Arena Joinville, mas a Justiça obrigou que o duelo fosse interrompido com 15 minutos de jogo.
"Quanto à interrupção da partida não posso dizer nada porque não sei quem foi cumprir essa liminar lá. O que eu recomendei à diretoria e ao presidente - da Lusa, Ilídio Lico - é que com a liminar e com vigor e eficácia a Portuguesa não entrasse em campo e não jogasse, cumprisse a determinação judicial".
"A minha orientação era a de que a Portuguesa não entrasse em campo. A do presidente era que deveria jogar. Ele que manda. A gente não concorda, mas aceita. Essa não era a minha postura desde o início. Já não sou mais vice-presidente jurídico da Portuguesa", completou.
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