sábado, 14 de junho de 2014

Técnico nega que Honduras seja um time violento e espera apoio da torcida gaúcha contra a França

O técnico colombiano fez mistério com a escalação da equipe

Luis Suárez rebate acusações do excesso de vigor da equipe hondurenha e evita previsões exaltadas após vitória da Costa Rica
A zebra anda à solta na Copa do Mundo 2014, mas o técnico de Honduras, Luis Suárez, prefere não exagerar no otimismo para o jogo de estreia no domingo, diante da poderosa França. Questionado se a vitória da Costa Rica sobre o Uruguai no sábado teria qualquer reflexo no jeito que sua equipe conduziria o compromisso do Beira-Rio, o colombiano foi enfático.
"Eu sei que este tipo de coisa é comum no futebol, mas não vou mudar em nada minha atitude para amanhã", disse em coletiva de imprensa após o treino de reconhecimento em Porto Alegre.
"Estamos todos muito conscientes de nossa responsabilidade, e não vamos nos colocar uma pressão extra para a partida. Já temos todos os olhos do mundo sobre nós, então precisamos trabalhar duro e fazer as coisas acontecerem."
E é com esta dedicação que Suárez espera conquistar os torcedores brasileiros que forem à partida.
"Acho que seremos apoiados, somos como a Cinderela do nosso grupo [E]. Não se trata necessariamente de torcer contra a equipe mais forte, mas é a natureza humana, torcer para o mais fraco."
Outra importante fala do comandante dos Catrachos foi a respeito de alguns comentários feitos pela imprensa francesa, que vem criticando o estilo de jogo agressivo da equipe da América Central nas semanas que antecedem a estreia no Mundial. Embora comedido na resposta, Suárez fez questão de negar as acusações.
"Nós jogamos 16 partidas em todas as Eliminatórias, e não tivemos sequer um jogador expulso", argumentou. "Isso mostra, eu acho, que nós seguimos as regras no futebol, e jogamos este esporte como ele deve ser jogado."
"Alguns dizem que somos agressivos, outros que jogamos com intensidade. Para mim, se trata de ter a atitude certa, procurar vencer e atacar o adversário. Mas violento, não, disso não podemos ser chamados. É uma questão de como a equipe se comporta."
Honduras encara a França a partir das 16h de domingo (horário de Brasília), em busca de sua primeira vitória em Copas do Mundo.

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