segunda-feira, 2 de junho de 2014

Primeiro-ministro do Reino Unido indica que tudo é possível em relação a Copa de 2022

A Copa de 2022 pode não ser no Qatar

David Cameron afirma que inquérito sobre corrupção no Qatar deve seguir seu curso
As especulações apontam que cartolas do Qatar teriam pago pelo menos US$ 5 milhões, aproximadamente R$ 11,2 milhões, para comprar votos para que o país fosse escolhido como sede da Copa do Mundo de 2022.
O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, indicou que afirmou que qualquer coisa pode acontecer depois ds denúncias de corrupção sobre a Copa no Qatar.
Documentos revelados pelo jornal Sunday Times apontam que Mohamed Bin Hammam, agente de futebol no país, teria atuado em diversas regiões do mundo para comprar apoio. Ele era um dos principais aliados do presidente da Fifa, Joseph Blatter, mas acabou expulso da Fifa.
Agora, a imprensa alega que ele pagou propinas, principalmente na África. Cameron, por sua vez, disse que o inquérito sobre corrupção devem ser autorizados a seguir seu curso.
"Vamos ver o que acontece com este inquérito sobre a Copa do Mundo e quem sabe pode acontecer no futuro", disse Cameron, citado pelo The Guardian.
As observações do político podem alimentar a especulação da candidatura da Inglaterra para 2018, pois as Copas do Mundo de 2018 e 2022 foram decididas na mesma reunião, mas é improvável que a Rússia perca o Mundial e a Inglaterra não poderia sediar o torneio de 2022 porque foi designado para ser em um país não-europeu.
"Há uma investigação em curso, com razão, sobre o que aconteceu sobre a Copa do Mundo de 2022. Devemos deixar que o inquérito aconteça. ao invés de prejudicá-lo. Minhas memórias desse processo de licitação não são memórias felizes em termos da forma como a coisa toda foi organizada e do papel da Fifa", acrescentou ele ao Sunday Times.

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