
Para treinador santista, Arouca e Renato são fundamentais para sequência de invencibilidade da equipe
O Santos chegou a sua quarta partida de invencibilidade após derrotar o Criciúma por 2 a 0 , no último domingo em Presidente Prudente. A vitória fez com que a equipe alvinegra subisse duas posições na tabela, e agora está em 9º, com 14 pontos, cinco a menos que o líder Cruzeiro. Para o treinador santista, Oswaldo de Oliveira, a vitória merece novamente ser muito comemorada porque o time novamente atuou com muitos desfalques.
"Nós tínhamos cinco jogadores que, em condições normais, eu não utilizaria. Eu sabia que teria de tirar Lucas Lima, Jubal, Arouca, Cicinho e o Diego Cardoso. Eles estavam comprovadamente sem condições de jogo. Iniciaram porque era o último jogo antes da paralisação. O time foi preciso, correto, impediu o adversário, assim como na quinta-feira (na vitória sobre o Bahia). Demonstrou que é um time competitivo, que sabe o que faz durante 90 minutos", comentou Oswaldo em coletiva de imprensa.
O treinador tratou de elogiar a segurança de seus experientes volantes, Renato, e em especial, Arouca. Oswaldo frisou que conhece bastante o futebol da dupla e que tem "confiança absoluta" em ambos.
"Eles transcendem o comportamento de atletas, são meus amigos, com quem gosto de conviver, e são excelentes jogadores. Mas temos o Alan Santos, o Alison, o Leandrinho, e, numa sequência de jogos como a que vamos continuar tendo com a retomada do campeonato, teremos de fazer rodízio, por causa da função que desempenham. Tenho outros tantos talentos no elenco", disse o treinador, ressaltando ainda o talento de Arouca: “O Arouca é excepcional, tem maturidade grande, consegue dosar a energia quando precisa. Sou suspeito em falar dele, mas não posso desperdiçar a oportunidade. É indispensável, é o retrato do time do Santos".
O Santos volta a jogar apenas no dia 15 de julho, no clássico contra o Palmeiras , em local ainda a ser definido. Oswaldo de Oliveira eplicou a importância da inter-temporada, mas lembrou que a paralisação não elimina suas preocupações com a equipe para o Brasileirão e Copa do Brasil.
"Nós temos duas competições em andamento e é difícil relaxar. Estamos acompanhando uma série de acontecimentos. Se pudesse, desligava, mas não vou conseguir, pelo menos até resolver tudo isso. Mas, de qualquer maneira, a possibilidade de preparar e planejar me deixa um alivio, mas não tira o estresse.", concluiu.
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