quinta-feira, 12 de junho de 2014

Javi Martínez pede atenção especial em Robben na estreia da Espanha contra a Holanda

O meia espanhol destacou o poder ofensivo dos holandeses, em especial Robben, Van Persie e Sneijder
O meio-campista Javi Martinez destacou Robin van Persie, Arjen Robben e Wesley Sneijder como as principais armas da Holanda para a estreia contra a Espanha, nesta sexta-feira, na Copa do Mundo de 2014.
As duas equipes se encontram em uma repetição da final de 2010, quando um gol Andrés Iniesta na prorrogação garantiu o título aos espanhóis depois de Arjen Robben perder uma oportunidade gloriosa ainda no tempo regulamentar. E Martinez acredita que os atuais campeões europeus e mundiais terão de ter cuidado com o seu companheiro de Bayern de Munique, assim como Van Persie e Sneijder.
“A maior ameaça são os três da frente, que são todos jogadores de categoria internacional. Robben é excelente na movimentação no ataque e vamos ter que tomar cuidado com isso”, afirmou o jogador de 25 anos, que também revelou conversas com Robben.
“Nós conversamos sobre isso nos últimos dois anos. Foi um golpe duro para a Holanda e para ele pessoalmente. Nós falamos sobre esse jogo e sobre o lance com Iker (Casillas) algumas vezes. Antes da final da Champions League de 2013 eu disse a ele para não desperdiçar a sua oportunidade e ele o fez”, acrescentou.
Martinez também acredita que existe uma pressão extra sobre a Espanha para ganhar o seu jogo de estreia em um grupo tão apertado como o Grupo B, que também conta com as seleções do Chile e da Austrália.
"Depois de perdermos o primeiro jogo da última vez (contra a Suíça), a responsabilidade recai sobre nós para fazermos a mesma coisa de novo. Nós mostramos que isso não é tudo, na África do Sul, mas ter um com começo dá confiança extra, mesmo que sabendo que fomos campeões há quatro anos”, comentou.
O ex-jogador do Athletic Bilbao também refletiu sobre a derrota na Copa das Confederações do ano passado contra o Brasil que também é favorito a vencer o Mundial em 2014. Ele disse: “O Brasil foi mais agressivos do que nós. Nós estávamos ultrapassados e foi um despertar. Se não estivermos focados em cada jogo, qualquer um pode nos vencer.”

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