domingo, 1 de junho de 2014

Catar nega acusações de compra de votos para sediar a Copa de 2022

Joseph Blatter enfrenta pressões para cancelar a Copa de 2022 no Catar

Comitê do país árabe nega que tenha pago por votos de cartolas para ser sede do Mundial
O  comitê da Copa do Mundo no Catar negou as alegações de suborno para conseguir votos para ser sede do torneio em 2022. O jornal inglês Sunday Times publicou uma matéria de capa dizendo que o ex-presidente da Confederação Asiática de Futebol (AFC), Mohammed bin Hammam, teria pago até € 3.700 milhões (cerca de R$ 11.300 milhões) para dirigentes ao redor do mundo com poder de voto, em troca de apoio para a candidatura asiática.
"Mohamed bin Hammam não teve um papel oficial ou não oficial no comitê de candidatura do Catar 2022. Como foi o caso de todos os outros comitês executivos da Fifa, nossa equipe de candidatura teve que convencer o Sr Bin Hammam sobre os nossos méritos", disse o comitê do Catar através de nota oficial, citando o pivô da polêmica. Bin Hammam foi um dos principais agentes do futebol do Catar, e era um grande aliado da Fifa. As investigações sugerem que ele tenha comprado votos de diversas confederações, especialmente na África.
"Nós estamos cooperando totalmente com as investigações. Permanecemos totalmente confiantes de que todo o inquérito será concluído, e que assim ganharemos o direito de sediar a Copa do Mundo de 2022 de forma justa"
"Acompanhamos os noticiários de hoje e negamos veementemente as acusações de compra de votos. Nós vamos cuidar do que for necessário para defender a integridade da candidatura do Catar. Nossos advogados estão acompanhando o caso. O Catar foi aceito porque tinha a melhor candidatura para sediar o torneio, e também porque é chegada a hora do Oriente Médio receber uma Copa do Mundo pela primeira vez", concluiu a nota.
O resultado foi divulgado em dezembro de 2010, quando o Catar foi anunciado como sede depois de vencer as candidaturas de Estados Unidos, Coréia do Sul, Austrália e Japão. O presidente da Fifa, Joseph Blatter,admitiu no último mês que a escolha da Copa de 2022 ser no Catar foi "um erro”.

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