
No lendário estádio de Wembley em maio de 2013, um espectador ilustre acompanhava a final da Uefa Champions League. Lesionado, Mario Gotze desfalcou o seu então time, o Borussia Dortmund, contra o Bayern de Munique, que seria sua futura casa, e apenas assistiu à decisão entre alemães.
A essa altura, o meia já estava em descrédito com a torcida aurinegra, já que desfalcou a equipe na reta decisiva da Champions. Assim, nem mesmo quando comemorou o gol de pênalti de Gundogan para empatar o duelo com o Bayern, ele recuperou a aprovação dos fãs do Dortmund.
Nesta temporada, Gotze perdeu de vez o carinho do torcedor de seu clube formador ao marcar no triunfo por 3 a 0 do Bayern, pelo Alemão, em seu retorno ao Signal Iduna Park. O jogador não comemorou, mas, mesmo assim, acabou vaiado.
Pouco meses depois, o Dortmund voltou a sofrer com a ‘traição'. Isso porque, em janeiro, Robert Lewandowski assinou um pré-contrato com o Bayern. Logo, fãs do time aurinegro mostraram insatisfação - o polonês teria cogitado contratar até um guarda-costas -, mas veriam a reta final do jogador com a camisa da equipe ser o oposto em relação a Gotze.
Pouco meses depois, o Dortmund voltou a sofrer com a ‘traição'. Isso porque, em janeiro, Robert Lewandowski assinou um pré-contrato com o Bayern. Logo, fãs do time aurinegro mostraram insatisfação - o polonês teria cogitado contratar até um guarda-costas -, mas veriam a reta final do jogador com a camisa da equipe ser o oposto em relação a Gotze.
O centroavante seguiu atuando como sempre e não sentiu a pressão. Não à toa, com 20 gols na Bundesliga, terminou como artilheiro da competição e, em seu último jogo no Signal Iduna Park, recebeu uma placa e foi muito festejado pelo público.
Agora, virá o desafio final, o mesmo em que Gotze, há um ano, não pôde encarar. À disposição do técnico Jurgen Klopp, Lewandowski poderá encerrar sua passagem pelo Borussia Dortmund não apenas se limitando a apoiar das arquibancadas e marcando gols justamente diante de seu novo clube a partir de julho.
Para um torcedor que se acostumou a perder os ídolos ao grande rival, isso poderia ser o bastante para 'perdoar' o polonês, que marcou 103 gols pelo clube aurinegro, ganhou duas Bendesligas, uma Copa da Alemanha e se tornou um dos maiores ídolos de sua história.
Para um torcedor que se acostumou a perder os ídolos ao grande rival, isso poderia ser o bastante para 'perdoar' o polonês, que marcou 103 gols pelo clube aurinegro, ganhou duas Bendesligas, uma Copa da Alemanha e se tornou um dos maiores ídolos de sua história.
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