sábado, 31 de maio de 2014

Palmeiras tem concorrência de Valencia por Pratto, mas ainda se mantém à frente

R$ 13 milhões: o Palmeiras precisa desembolsar o valor para bater o Valencia e ficar com Pratto

O Palmeiras não está mais sozinho no páreo por Lucas Pratto. O Vélez Sarsfield recebeu e rejeitou nesta semana uma oferta pelo atacante vinda do Valencia. Na briga pelos gols do atleta de 25 anos, o clube paulista segue à frente, no entanto, após fazer uma oferta maior e dentro daquilo que os argentinos pretendem para liberar o nome pedido por Ricardo Gareca para comandar a sua linha de frente no Palestra Itália.
O presidente do time de Liniers, Miguel Calello, deixou claro em contato anterior com a reportagem que só aceita vender os 100% dos direitos econômicos de Pratto.
Na última semana, a equipe alviverde chegou a encaminhar através de fax uma proposta de 2,5 milhões de euros (R$ 7,5 milhões) por 50% do jogador e foi negada. O Valencia entrou no circuito posteriormente com uma oferta por metade dos direitos também, mas com valores inferiores à palmeirense.
A exemplo de Gareca, o novo treinador dos espanhóis, o argentino Juan Antonio Pizzi, solicitou a contratação do atacante e aguarda por um retorno do novo mandatário do clube, Peter Lim, magnata de Singapura que assumiu o seu comando neste mês.
Com uma dívida de R$ 50 milhões e precisando fazer até três negócios na próxima janela de transferências para equilibrar o seu caixa, o Vélez não assegura prioridade ao Palmeiras.
"São eles que precisam nos chamar (para sentar)", afirma.
Para fechar com Pratto, o Palmeiras precisa subir a sua oferta para 4,5 milhões de euros (cerca de R$ 13 milhões).
A diretoria alviverde deve retomar as conversas na próxima semana e pode contar com o apoio até mesmo de um grupo de investimento. A equipe se aproximou recentemente de uma empresa que já atua no futebol brasileiro e aguarda apenas o seu sinal para avançar no mercado e buscar reforços.
O Vélez já fechou na semana passada a negociação de Mauro Zárate com o West Ham. Como serviu apenas de vitrine no caso do ex-atacante da Lazio e da Inter de Milão, não faturou o suficiente com a transação para aliviar os seus cofres.

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