domingo, 11 de maio de 2014

Palmeiras sonda Luxa, mas aguarda rodada por Ney Franco

Ney Franco disse não ter sido procurado ainda pela diretoria palmeirense

Ainda não deverá ser neste fim de semana que sairá a decisão em torno do novo treinador do Palmeiras. Segundo pessoas envolvidas na negociação confirmaram após procurar Vanderlei Luxemburgo na última quinta-feira, o clube acompanhará o desenrolar do clássico Ba-Vi, neste domingo, em Salvador. Em caso de derrota do Vitória, existe a expectativa pela demissão de Ney Franco, derrubando, assim, a necessidade de pagamento da multa de cerca de R$ 400 mil prevista em seu atual contrato.
Desde que assumiu o comando rubro-negro, em setembro do ano passado, ele não ainda não venceu o rival Bahia: em seis confrontos, foram três empates e três derrotas.
Na última delas, acontecida na primeira partida da final do Baiano, em abril, o treinador tinha a convicção de que seria demitido com a perda do título e não descartava a possibilidade de retornar ao Coritiba para substituir Dado Cavalcanti, demitido. Sondado pelos paranaenses, pediu para que aguardassem o estadual.
Com o voto de confiança do time do Barradão, acabou ficando. Ele rejeitou também ofertas de Botafogo e Fluminense em 2014.
Ao lado de Luxemburgo, ele faz parte de uma lista do Palmeiras composta ainda por outros três nomes. Os dirigentes paulistas não estão dispostos a fazer um grande investimento para o lugar de Gilson Kleina, dispensado na semana passada.
A resistência alviverde em abrir os cofres pode ser um problema também com Luxa.
Um membro do estafe do técnico contou que, desde a sua saída do Fluminense, ele foi procurada por apenas um time no Brasil. O responsável pela consulta foi o seu ex-auxiliar técnico e amigo, Nei Pandolfo, atual executivo do Sport.
As tratativas não duraram mais que um dia.
Luxa não aceitou conversar pelos valores que giravam em torno de R$ 300 mil, mais do que ganhava Gilson Kleina no Palmeiras e possivelmente um obstáculo no retorno do experiente treinador ao Palestra Itália. Ele não toparia ainda um contrato de produtividade e trabalharia apenas com metas, na mesma linha do defendido pelo presidente Paulo Nobre nesta semana. As demais sondagens recebidas em seu período de inatividade vieram todas do exterior.
Neste sábado, após a vitória de 2 a 0 sobre o Goiás, o presidente Paulo Nobre, o diretor de futebol José Carlos Brunoro e o gerente Omar Feitosa deixaram o estádio do Pacaembu praticamente sem falar com a imprensa.

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