
Se há algo que não podemos falar sobre Luis Felipe Scolari é que ele é um sujeito sem sorte e sem convicções. Desde quando apareceu no cenário nacional no título do Criciúma da Copa do Brasil de 91, Scolari sempre foi reconhecido tanto pelos seus métodos fora do campo quanto os dentro dele. E sempre levou sorte.
Talvez o ponto alto tenha sido a conquista da Copa de 2002 mesmo indo contra um país inteiro ao não levar Romário e depois de perder o capitão Emerson num lance de azar (do jogador) num rachão.
Convicção que seu conterrâneo Dunga teve em 2010 e quebrou a cara, quando olhou para o banco, naquele 2 a 1 contra a Holanda, e não tinha um para mudar o jogo.
Agora, Felipão parece partir para a mesma tática. Não há o clamor popular como houve com Romário (2002); e Neymar e Ganso (2010), o que facilita a tarefa, mas qualquer um que goste minimamente de futebol e acompanha os principais campeonatos europeus sabe que a seleção brasileira, apesar de ter um time titular forte e bem montado, está longe de ter grandes opções no banco.
Logo, não dá para entender a ausência quase que confirmada de Miranda, Filipe Luis e principalmente Philipe Coutinho na lista de daqui a pouco. O que o trio vem jogando é muito mais que Dante, Maxwell, até titulares como Marcelo e Oscar.
Mas até nisso Felipão tem sorte. A medida que vai chegando a convocação os três vem tendo quedas de produção e, assim diminuindo uma possível pressão. Não jogaram bem na rodada do fim de semana, com o lateral chegando até a fazer gol contra.
Espero que Scolari dê o braço a torcer e os inclua na lista. Se não o fizer em prol de Maxwell, Fernandinho e cia, só restará torcer pela convicção e pela sorte do gaúcho mais uma vez.
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