
O Real está a apenas 90 minutos de finalmente erguer a décima taça da Champions, e nós damos uma olhada na campanha até a decisão
Quando o Real Madrid sai atrás de alguma coisa, eles normalmente alcançam, mas, para o clube mais bem sucedido da Europa, a Champions League vinha escapando há 12 anos.Existe uma obsessão na metade branca da capital espanhola com levantar 'La Décima', a décima taça da Champions League, e desde os primeiros dias de competição neste ano o Real dava pinta de que era um campeão em potencial.
A jornada começou quando foram sorteados no Grupo B ao lado de Juventus, Galatasaray e Copenhagen, em agosto. A equipe de Carlo Ancelotti emergiu como vencedores do grupo, com um recorde de cinco vitórias em seis jogos.
Os resultados mais impressionantes incluíram um 6 a 1 sobre o Gala logo na primeira partida, com direito a um hat-trick de - quem mais? - Cristiano Ronaldo. Na volta, mais quatro gols sobre a equipe turca.
Impressionante? O Real estava apenas começando. O Schalke 04 foi o adversário nas oitavas-de-final, mas na realidade a disputa acabou logo no primeiro jogo - mais um 6 a 1, desta vez em plena Veltins Arena.

Foram dois gols de cada um dos membros do trio ofensivo, Gareth Bale, Karim Benzema e Cristiano Ronaldo, conforme o entrosamento entre os três ia crescendo. Mais dois gols de CR7 no jogo da volta ajudaram o Real a fazer 3 a 1 e avançar às quartas.
Apesar da campanha muito segura até então, o confronto com o Borussia Dortmund foi o primeiro teste de verdade para os Blancos. O BVB, é claro, eliminou o Real sem piedade na edição passada do torneio, fazendo quatro gols no Signal Iduna Park pelas semifinais.
Desta vez, porém, não houve repeteco. Bale, Isco e CR7 garantiram o 3 a 0 no jogo da ida e, mesmo com a derrota de 2 a 0 na segunda perna, eles ainda conseguiram se segurar e exorcizar o seu demônio alemão.
Para muitos, a semifinal contra o Bayern de Munique poderia muito bem ser considerada uma final antecipada. Um encontro entre dois estilos contrastantes: a modelo baseado em posse de bola de Pep Guardiola contra o contra-ataque mais temido da Europa de Ancelotti.
No fim, não foi nem uma disputa de verdade. Um gol solitário de Benzema deu a vitória ao Real na apertada primeira perna, mas na segunda, o time nove vezes campeão da Europa apresentou uma das suas formas mais devastadoras, arrasando os campeões-reinantes para marchar até a final com dois gols de CR7 e dois de Sergio Ramos.
O Atlético espera.
Nenhum comentário:
Postar um comentário