
O rio pode atingir o seu nível mais alto desde 2012, e região central da cidade deve ser atingida
A cheia do rio Negro está prevista para o mês de junho, durante a disputa da Copa do Mundo, e Manaus, uma das cidades-sede do torneio, já trabalha para minimizar os danos que poderão ser provocados. De acordo com a Defesa Civil, 12 bairros da cidade devem ser atingidos. A maioria deles fica na região central, longe do aeroporto e da Arena Amazônia, mas boa parte dos turistas vai se hospedar no centro.
“Não temos como evitar que o turista e a imprensa estrangeira vão ao centro, então queremos ao máximo evitar transtornos”, afirmou o secretário municipal do Centro, Glauco Luzeiro. Segundo o Serviço Geológico do Brasil (CPRM), é possível que o rio Negro alcance a cota máxima de 29,49 metros. O número é muito perto do recorde da cheia de junho de 2012, de 29,97 metros.
Planos de prevenção de risco de contaminação pela água, novas passarelas, desvios de rotas de ônibus e transferência de feirantes de áreas alagadas estão nos planos dos órgãos municipais, que também devem fazer uma cartilha informativa sobre a cheia para ser distribuída aos turistas. A secretaria de infraestrutura já construiu 18 passarelas para pedestres no centro. Banheiros químicos também são esperados nas ruas afetadas.
A cidade receberá o seu primeiro jogo no dia 14 de junho, no confronto entre Itália e Inglaterra. Camarões e Croácia, no dia 18; Estados Unidos e Portugal, dia 22 e Honduras e Suíça, dia 25 serão as partidas sediadas na Arena Amazonas.
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