
Em um fato inédito, a votação dos três balanços aconteceu em bloco, sem uma análise por ano sendo feita pelos conselheiros. Inclusive em relação ao documento de 2011, que foi reprovado por membros da atual gestão em 2013, o que gerou até um inquérito no Deliberativo para apurar irregularidades de Patricia Amorim, que no fim do caso foi inocentada em plenário.
Foi justamente este inquérito que fez com que o grupo político de Patricia Amorim aceitasse o acordo. A ex-presidente, em conversa com amigos, afirmou estar cansada com a taxação pública de que foi a pior presidente do Flamengo. Já membros da situação estavam receosos da aprovação acontecer com ressalvas e, assim, não cumprir as exigências da Lei Pelé.
Vale lembrar que a aprovação integral dos balanços fez o Flamengo cumprir, neste ano, as exigências para receber verba para os esportes olímpicos pela Lei Pelé. Apenas não está confirmado se receberá ainda em primeira chamada, já que não encerrou a votação na primeira reunião, no fim de abril.
Vale lembrar que a aprovação integral dos balanços fez o Flamengo cumprir, neste ano, as exigências para receber verba para os esportes olímpicos pela Lei Pelé. Apenas não está confirmado se receberá ainda em primeira chamada, já que não encerrou a votação na primeira reunião, no fim de abril.
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