Estruturas temporárias começam pelo sistema de geração de imagens.
A Copa do Mundo em Porto Alegre está cada vez mais perto. Depois da inauguração do novo Beira-Rio no início do mês, o entorno do estádio ganha forma. Os primeiros equipamentos externos da Fifa para o Mundial desembarcaram na capital gaúcha na sexta-feira e neste sábado começaram a ser instalados. Eles fazem parte das estruturas temporárias para o Mundial.
São as estruturas da HBS (Host Broadcast Services), empresa que gera imagens das partidas para todo o mundo. Dois complexos montados na Rua A formarão este centro de mídia específico, totalizando 40 contêineres. A responsabilidade dessa parte das estruturas temporárias é da Fifa, ao contrário da maioria da fatia, que exige mobilização por parte do Inter, dono da sede.
São as estruturas da HBS (Host Broadcast Services), empresa que gera imagens das partidas para todo o mundo. Dois complexos montados na Rua A formarão este centro de mídia específico, totalizando 40 contêineres. A responsabilidade dessa parte das estruturas temporárias é da Fifa, ao contrário da maioria da fatia, que exige mobilização por parte do Inter, dono da sede.
- O primeiro complexo, de 11 contêineres, está sendo montado neste fim de semana. Ao final, formará uma estrutura única de mídia, uma espécie de grande sala de operações. O segundo terá dois níveis, um inferior, com 16 contêineres, e outro superior, com 13. A instalação é rápida, e essas estruturas abrem um novo estágio na realização da Copa em Porto Alegre. A expectativa é bastante positiva, e o sentimento que prevalece é o de otimismo em todos os envolvidos na viabilização do evento na cidade - destaca Luciano Elias, gerente de operações, ou stadium manager, do Comitê Organizador Local (COL) no Beira-Rio.
As estruturas temporárias vão abrigar, no entorno do Beira-Rio, as áreas de imprensa, voluntários, convidados, tecnologia da informação e segurança, entre outras, necessárias para a organização da Copa. Fazem parte das despesas, por exemplo, gastos com assentos, tendas, plataformas, passarelas, cercas, iluminação, cabos, mobiliário e divisórias. A maior parte dos itens será desmontado depois do Mundial.

Por contrato, o Inter, como dono do estádio, seria responsável por arcar com os custos das estruturas temporárias, mas o clube anunciou que não arcaria com os custos. No final de março, a Assembleia Legislativa aprovou projeto de lei que concede incentivos fiscais para as empresas que financiarem as estruturas temporárias, até o limite de R$ 25 milhões. Coube ao Inter procurar os parceiros. O clube, no entanto, ainda não os anunciou, gerando tensão entre as autoridades.
As empresas que aderirem ao programa receberão desconto no ICMS no valor total investido. Os outros R$ 5 milhões necessários para fechar a conta de R$ 30 milhões serão investidos pela Prefeitura de Porto Alegre e governo do Estado, por meio de equipamentos já existentes ou da compra de outros que possam ser reaproveitados após a Copa.
As empresas que aderirem ao programa receberão desconto no ICMS no valor total investido. Os outros R$ 5 milhões necessários para fechar a conta de R$ 30 milhões serão investidos pela Prefeitura de Porto Alegre e governo do Estado, por meio de equipamentos já existentes ou da compra de outros que possam ser reaproveitados após a Copa.
O impasse sobre quem pagaria a conta durou alguns meses, a ponto de ser alvo de preocupação pública da Fifa. A entidade poderia até pagar pela instalação dos equipamentos necessários ao redor do Beira-Rio e cobrar o Inter após a Copa do Mundo. O texto consta do aditivo assinado pelo então presidente do Inter, Vitorio Piffero, e pelo secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke.
O Inter receberá cinco jogos da Copa do Mundo de 2014, a partir de junho.

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