
Eduardo Hungaro não resistiu. Após a grande pressão sofrida diante da eliminação na primeira fase da Libertadores, o técnico acabou sendo retirado do cargo de treinador do Botafogo na manhã desta sexta-feira. O clube anunciou a decisão em seu site oficial. Hungaro vai continuar no clube, como membro da comissão técnica fixa. Anteriormente, ele era treinador dos juniores.
No desembarque no Rio, na madrugada desta sexta-feira, o técnico foi um dos mais hostilizados pela torcida. A pressão se tornou mais forte e, depois de uma reunião na manhã desta sexta-feira, a queda foi vista como inevitável pela diretoria.
A pressão pela saída era grandes nos bastidores do clube, mas uma ala da diretoria ainda defendia sua permanência por um motivo: o clube, asfixiado financeiramente e com as reeitas bloqueadas, teria dificuldades de encontrar um novo nome no mercado de imediato. Por isso, cogitou-se a permanência do técnico até a paralisação da Copa do Mundo.
Vagner Mancini, ex-Vasco e Atlético-PR, é o nome mais cotado para assumir a vaga de Hungaro no Botafogo. O técnico foi sondado e a diretoria espera anunciar o novo nome o mais breve possível. Pelo Botafogo, Eduardo Hungaro acumulou decepções: após escalar a equipe reserva, foi o único grande clube a ficar fora das semifinais do Campeonato Carioca. Na Libertadores, o time ficou a uma vitória da classificação, mas sucumbiu no final. Em 23 partidas no comando do time, Hungaro teve sete vitórias, seis empates e dez derrotas, com 40,5% de aproveitamento.
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