quarta-feira, 16 de abril de 2014

Anelka desmente Galo e garante que nunca aceitou a transferência.


Presidente do Atlético-MG chegou a confirmar o acerto com o francês








Em vídeo feito pelo próprio atacante, no dia 8 de abril, vinda para o Brasil é negada
Nicolas Anelka, que já havia encerrado seu vínculo com o West Bromwich e estaria negociando com o Atlético-MG, se pronunciou oficialmente sobre a negociação com o clube brasileiro, por meio de vídeo publicado no Facebook.


O presidente do Galo, Alexandre Kalil, anunciou dez dias atrás que Nicolas Anelka seria o novo reforço. A possível chegada do atacante francês ao Brasil gerou polêmica e até mesmo desconfiança pela forma do jogador de 35 anos, mas após não se apresentar até o prazo, estipulado pelo clube mineiro, segunda-feira,para participar de evento religioso.

Com a ausência do jogador, o diretor de futebol do Galo, Eduardo Maluf, confirmou que a negociação foi cancelada unilateralmente e não poupou críticas ao francês e seu agente, Christian Casini, prometendo acionar este junto à FIFA pelo descumprimento do acordo firmado.


"Sou obrigado a fazer um vídeo hoje (8 de abril), porque eu tenho visto o que está acontecendo no que diz respeito às notícias sobre mim. E como eu sei que vocês, a imprensa, de coração, vão tentar me colocar como sendo o cara mau dessa história... Então, hoje é terça, e eu, supostamente, sou esperado quinta-feira (10 de abril) no Brasil, porque eu supostamente fechei um acordo com um clube brasileiro. Eu também, supostamente, assinei com o clube. Esta é uma história fantástica, porque eu não estou ciente disso. Certamente recebi uma oferta do clube por meu agente, mas eu nunca falei com o presidente do clube, eu nunca aceitei a oferta. Eu não sei como assinei esse acordo. É incrível. Estou no futebol há 20 anos e eu nunca tive tal experiência. Mas, obviamente, isso ia acontecer comigo em algum momento... Então, tudo isso para dizer que está errado. É falso. Eu disse recentemente que vou ficar em casa, tirar umas férias, cuidar das minhas crianças, e eu vou. Eu sei para onde quero ir, e se eu continuar jogando (futebol), não será no Brasil".


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